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Poema: O Viajante

A dor pesa na memória
No rosto
Na alma
Poucos verão o que teus olhos viveram
E poucos
Somente poucos
Saberão a dádiva que se cumula
Em teus caminhos por tais decisões
Ah, viajante!
Encontrar a si já é mais que uma angústia
Que a todos abate
É presente cicatriz
É marca indelével
Tu buscaste o mundo para saciar-se
E por mais que a sede
Insista em querer te castigar
Tenha certeza que ninguém nunca se aproximou
Tanto quanto a ti
Deste grande mar que desejamos que nos inunde
Que nos acalme
Portanto siga
E deixe que teus pés caminhem
Sem dor ou temor
E que mesmo que eles não te possam dizer
Para onde irão
Ao menos quero que saiba
Que pedirei aos céus
Para que eles nunca te façam esquecer
De onde vieste
 Pois justamente
E tão somente aí
Estará a essência
Que te faz mover e seguir.

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